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Em fevereiro, a ureia agrícola ficou cotada, em média, em R$1.786,29 por tonelada, sem o frete, em São Paulo.
No mercado spot, ou seja, o leite comercializado entre as indústrias, os preços subiram em fevereiro/19, na comparação mensal, mas a intensidade das altas foi bem menor que a verificada nas últimas qu
A previsão é de aumento da pressão de baixa no mercado interno mais para o final do primeiro semestre, com o peso maior da proximidade da colheita da segunda safra e previsão de aumento da oferta inte
Para o pecuarista, o momento é favorável para a compra de farelo.
A expectativa é de mercado frouxo até março/abril quando a demanda interna por adubos começa a aumentar considerando as compras para o plantio da próxima safra de verão (2019/2020).
Em média, os nitrogenados caíram 0,5% e os fosfatados recuaram 0,4% em fevereiro, na comparação mensal.
Após a queda de preço na primeira semana de fevereiro, a cotação de sebo ficou estável na última semana.
A expectativa de queda da produtividade do milho de primeira safra colaborou com a valorização do cereal no mercado interno.
Apesar da estabilidade, mercado do sebo segue com viés de baixa.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, a tonelada do farelo de soja está cotada, em média, em R$1.303,42 em São Paulo, sem o frete.
Oferta aumenta e preços do farelo de soja cedem.
No mercado spot, os valores máximos em São Paulo chegaram a R$1,70 por litro e em Minas Gerais foram verificados negócios em até R$1,75 por litro, posto na plataforma.
Para o pagamento a ser realizado em fevereiro/19, 56% dos laticínios pesquisados pela Scot Consultoria acreditam em alta no preço do leite e os 44% restantes falam em manutenção, em relação ao pagamen
A expectativa é de preços firmes em curto e médio prazos, ou seja, no primeiro trimestre. Entretanto, as altas deverão ser limitadas pelas ofertas maiores pontualmente (com a colheita da safra de verã
Em curto e médio prazos, a expectativa é de preços firmes para a polpa cítrica, acompanhando o cenário para o milho no mercado interno.
Alta do milho e baixa disponibilidade de polpa cítrica dão sustentação às cotações. Mas demanda fraca neste momento limita os aumentos nos preços.
Apesar disso, para curto prazo, com o manejo da safra 2018/2019 em campo em pleno vapor e o início da colheita, a expectativa é que os preços do grãos sejam pressionados para baixo, devido à maior ofe
Com a queda no preço do farelo de algodão e o mercado do boi gordo firme em São Paulo, o poder de compra do pecuarista melhorou 0,8% em janeiro, em relação ao mês anterior, mas continua 12,5% pior fre
A tonelada do farelo de algodão com 38% de proteína bruta ficou cotada, em média, em R$937,78 em São Paulo, sem o frete, em janeiro, um recuo de 0,5% na comparação mensal.
Apesar dos recuos nas cotações desde novembro, estas estão em patamares acima dos registrados no mesmo período de 2018.
Para o pagamento a ser realizado em janeiro/19, que remunera a produção entregue em dezembro/18, 68% dos laticínios pesquisados pela Scot Consultoria acreditam em queda no preço do leite e os 32% rest
Em curto e médio prazos, o mercado deverá continuar firme devido a boa demanda interna e para exportação e menor oferta (estoques de passagem e safra de verão). A pressão de baixa deverá ganhar força
Para 2019, a expectativa é de preços menores para o milho e patamares melhores de preços para a arroba do boi gordo (menor oferta e demanda maior).
Preços do milho iniciam 2019 em alta, porém, as expectativas são de cotações menos pressionadas ao longo do ano.
A produção em alta, a demanda interna caminhando sem muitas novidades e o grande volume de leite em pó importado, que pressiona os preços do produto no mercado interno, são os principais fatores de ba
No pagamento realizado em dezembro, referente a produção de novembro, os preços caíram em todas as praças pesquisadas, com exceção do Nordeste, onde a produção de leite agora que começa a aumentar, as
Fatores externos ao mercado também pesaram contra.
“Apesar na menor produção de farelo de soja em 2019, os estoques iniciais em bons patamares garantirão a disponibilidade do insumo no próximo ano.”
A expectativa é de mercado firme nos primeiros meses de 2019, em função da menor disponibilidade interna no primeiro semestre, basicamente formada pelos estoques de passagem que somam a safra de verão
Para 2019 a expectativa é de continuidade do crescimento da demanda interna, porém, o consumo ainda deverá ficar em níveis de antes da crise. Espera-se também patamares de preços maiores para o produt
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
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